terça-feira, 23 de dezembro de 2008

guns n'roses -mp3

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mp3 gospel

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mp3 Fernandinho

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Aline Barros

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mp3 oficina g3

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mp3 corinthians

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bossa nova

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Campo harmônico

CAMPO HARMÔNICOCampo harmônico maior(lembrando q os intervalos são de meio tom das 3ª/4ª e 7ª/8ª casas):DóG------------------------------2-----4-----5-D--------------2-----3----5------------------A----3----5----------------------------------E---------------------------------------------Em sequência: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, La, Si e DóRéG-------------------------4---6----7-D------------4---5---7---------------A----5--7----------------------------E------------------------------------Em sequência: Ré, Mi, Fá#, Sol, La, Si, Do#, RéMiG---------------------------------6-----8-----9-D----------------6-----7-----9-------------------A-----7----9------------------------------------E-----------------------------------------------Em seqüência: Mi, Fá#, Sol#, La, Si, Dó#, Ré# e MiFáG-----------------------------------7------9------10--D------------------7-----8----10----------------------A------8------10--------------------------------------E-----------------------------------------------------Em sequência:Fá, Sol, Lá, Lá#, Dó, Ré, Mi, F

pantera cor de rosa

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Garota de imanema

Garota de IpanemaTom: G
Intro:
e---5-6-8-------------4-5--6--------0-1-2--3------
B--------------5-6-8------------1-3---------------
G---------5-7-----------------3-------------------
Solo:
G7+/9 A7
e------------------------------------------------
B-8-8--5-5-5---8-8--5-5-5---8-8--5-5-5---8-8-----
G------------7------------7------------7---------
D------------------------------------------------
A------------------------------------------------
E------------------------------------------------
Am7 D7/9- G7+ D7/13 G7+
e--------------------------------------------------
B-5-5-5---6-6---------5----------------------------
G-------7-----7-7-7-5---7-7-7-7-5-7--5-5-5-5-3-5---
D--------------------------------------------------
A--------------------------------------------------
E--------------------------------------------------
G7+/9 A7
Olha que coisa mais linda mais cheia de graça
Am7
É ela a menina que vem e que passa
D7/9- Bm7 E7/9- Am7 D7/9-
No doce balanço caminho do mar
G7+/9 A7
Moça do corpo dourado do sol de Ipanema
Am7
O teu balançado é mais que um poema
D7/9- G7+
É a coisa mais linda que eu já vi passar
G#7+ C#7/9
Ah, porque estou tão sozinho
B7+ E7/9
Ah, porque tudo é tão triste
C7+ F7/9
Ah, a beleza que existe
Bm7 E7/9-
A beleza que não é só minha
Am7 D7/9-
Que também passa sozinha
G7+/9 A7
Ah, se ela soubesse que quando ela passa
Am7
O mundo inteirinho se enche de graça
D7/9- G7+
E fica mais lindo por causa do amor
C7/9 G7+
por causa do amor...
C7/9 G7+/9
por causa do amor...
----------------------------------------------
*Use esses acordes

G7+/9 A7 Am7 D7/9- G7+ D7/13
e--------- e--- e------ e------ e------ e-5--4-
B----3---- B-2- B-1---- B-2---- B-2---- B-5--3-
G-1------- G--- G------ G----4- G----4- G-5----
D-------4- D-2- D----2- D-1---- D----3- D-5----
A--------- A--- A------ A----3- A------ A-5----
E----2---- E--- E------ E------ E-1---- E-5----
2ª casa 2ª 1ª 4ª 3ª 5ª
G#7+ B7+ E7/9 C7+ F7/9
e------ e-2------- e----3---- e------ e----3----
B-2---- B-2-----4- B-------4- B------ B-------4-
G----4- G-2--2---- G-1------- G------ G-1-------
D----3- D-2-----3- D----2---- D-2---- D----2----
A------ A-2------- A--------- A----3- A---------
E-1---- E-2------- E--------- E------ E---------
4ª 2ª 1ª 2ª 2ª
Bm7 E7/9-
e-2------- e-1-------
B-2--2---- B-1-----4-
G-2------- G-1-------
D-2-----3- D-1--3----
A-2------- A-1-------
E-2------- E-1-------
2ª 1ª

domingo, 21 de dezembro de 2008

Historia da musica

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afinador

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metronomo

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cifras

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acordes no baixo

Para um acorde soar bem no Baixo, ele não deve ter a formação muito cerrada, com intervalos muito pequenos entre as notas. Então devemos fazer pulos e inversões.
Como têm menos cordas, às vêzes é necessário que omitamos algumas notas. A mais fácil de dispensar são as Quintas que, a menos que sejam diminutas, não fazem muita falta à comprensão da função harmônica deles.
Quanto mais agudo estiver o acorde, mais claro ele vai soar. Cortar graves, médio-graves, ajuda a que ele não soe tão embolado. Tocar próximo à ponte tb ajuda.
AMaj7----------6------ 3ªMaior----------6------ 7ªMaior-----------------------5----------- 1ª
-----------13---- 7ªMaior---11------------ 3ªMaior-------12-------- 1ª------------------
Am7--------9-------- 3ªmenor--------9-------- 7ªmenor--------------------------9-------- 1ª
----------12----- 7ªmenor---10------------ 3ªmenor----------12----- 1ª------------------
A7 (Dominante)---------6------- 3ªMaior-----5----------- 7ªmenor (dominante)-----------------------5----------- 1ª
-------12-------- 7ªmenor (dominante)---11------------ 3ªMaior-------12-------- 1ª------------------
Am7-5 (meio-diminuto)-----5----------- 3ºmenor-----5----------- 7ªmenor---------6------- 5ªdiminuta-----5----------- 1ª
(inversão)-----5----------- 3ª menor -------------7--- 1ª(oitava acima)---------6------- 5ªdiminuta------------------ (*esse acorde está omitindo a 7ª, assim pode ser "lido" como um Diminuto)
-------12--------- 7ªmenor------------13---- 5ªdiminuta-------12--------- 1ª-------------------(já esse, está omitindo a 3ª... Mas funciona)
Adim-------5--------- 3ªmenor---4------------- 7ªdiminuta-----------6----- 5ªdiminuta-------5--------- 1ª
(inversão)-----5----------- 3ªmenor-------------7--- 1ª (oitava acima)---------6------- 5ªdiminuta------------------ (aqui, omitimos a 7ª diminuta, então ele pode soar como meio-diminuto, mas funciona tb). 10/01/06 Anônimo Exato Mário aliás as quintas podem ser usadas nas regiões mais graves assim como as tonicas já que a tonica e quinta são o "alicerce" do acorde enquanto as outras vozes ficam na região mais aguda. 10/01/06 Anônimo Otima explicação Mario! meus parabens! 10/01/06 Mário Farufyno Quando falei em acordes mais agudos, queria dizer com eles montados mais acima no braço, por isso nos exemplos que dei, os acordes mais cerrados foram feitos acima do 7º traste.
Minha sugestão para acordes em posição direta, tipo o 1º exemplo do Fábio, é mesmo montar como ele o fez, perto ou acima do 12º traste. Tudo isso ajuda para que o acorde soe mais claro.
Extensões como 9ª,11ª,13ª aumentadas ou diminuídas são mais complicadas de se usar pois podem entrar em choque com as tônicas dos acordes executados pelos demais instrumentos harmônicos (teclas e guitarras). Não que não possam ser empregados, mas deve-se tomar cuidados especiais de arranjo para que eles não confundam os ouvidos. De modo geral, as extensões ficam na porção alta do acorde, acima da oitava e, como o Baixo já toca uma oitava abaixo dos demais, é possível que a extensão não soe bem se executada pelo Baixo (pois ela acabaria no meio do "acordão" formado pelo Baixo somado à Guitarra e Teclados e não na ponta aguda).
E só para completar...
AMaj+11 (lídio)
----------6------ 3ªMaior---------(6)------ 7ªMaior----------6------ 11ªAumentada (oitava abaixo)-----5----------- 1ª
Am7b9 (frígio)--7---(9)------- 9ªmenor (3ªmenor - se não tocar, mesmo que de passagem, pode soar como A7b9)--------9-------- 7ªmenor--------------------------9-------- 1ª
Am6 (eólio)--------9-------- 3ªmenor--7-------------- 6ªmenor--------------------------9-------- 1ª
Aaug------------6---- 3ªMaior--3-------------- 5ªAumentada-------------------------5--------- 1ª
São inúmeras as possibilidades, ao invés de decorar esses diagramas, é melhor comprar e estudar manuais de harmonia funcional para entender como se formam e, sobretudo, quais as funções harmônicas de cada acorde. 10/01/06 Mário Farufyno Dessa maneira, fica fácil criar seus próprios acordes, quando precisar, sem precisar decorar esse monte de padrões. Mesmo porque são muitas as possibilidades e, como se pode omitir notas na formação de um acorde no Baixo, muito acorde pode acabar soando como se fosse outro e, em se tratando de quando aplicar esse ou aquele padrão, a experiência e o conhecimanto são fundamentais (como no exemplo mais acima em que vc, ao omitir a Terça, fica na indefinição entre Maior e menor - nesse caso, eu estaria contando com a complementação do acorde sendo feita por outro instrumento, rs rs rs).
Tudo é possível de ser aplicado, por isso o conhecimento é fundamental, para não jogarmos as coisas ao léu e fazer qualquer loucura com convicção.

Os quatro tipos de AcordesPara melhorarmos nosso domínio do braço do instrumento, dos conceitos de Harmonia e, portanto, melhorar nossa compreensão da música, nossos solos e linhas, devemos estudar sempre escalas, modos e arpejos.
Em outros tópicos já demos uma pincelada na questão das funções dos acordes e tem outros vários tópicos tratando de desenhos de escalas e as várias formas de se estudar e aplicar os modos gregos. Mas ficou faltando falar de Arpejo, que é a forma mais básica de aplicar acordes no Baixo.
Um acorde é a junção de pelo menos 3 notas espaçadas por terças, e o princípio de montagem deles é uma combinação de terças consecutivas (assim podemos também produzir as extensões sucessivamente, 7ª, 9ª, 11ª, 13ª...). No nosso caso vou falar inicialmente do acorde básico de três notas.
Mas pela propria estrutura de intervalo entre as cordas do Baixo, fica difícil a execussão simultânea dessas tres notas nessa forma direta, sem inversões. Por isso a melhor maneira de se fazer um acorde no Baixo é o arpejo (Ok, quem quiser fazer acordes no baixo, existem outras formas de executá-los com inversões, vcs podem dar uma olhadinha no tópico "Acordes!" mais adiante).
Independente da função de cada tipo de acorde, se é Tônica ou Dominante, se é Sensível ou Supertônica, existem quatro tipos de acordes básicos:-MaiorTônica (intervalo Maior) Terça (intervalo menor) Quinta-menorTônica (intervalo menor) Terça (intervalo Maior) Quinta-AumentadoTônica (intervalo Maior) Terça (intervalo Maior) Quinta aumentada-diminutoTônica (intervalo menor) Terça (intervalo menor) Quinta diminuta 06/02/05 Mário Farufyno Essas são sugestões de desenho são baseados em acordes de Dó, vcs podem transpor os exemplos para qualquer tom, basta iniciar por uma nova tônica:
Maior (Dó, mi, sol):-----------------------------------------------------------------------------------------------7----------10--------------------------------8-----------------------ou:----------------------------------------------5------------------------------------------------7--------------------------------------------8-----------------------ou ainda:----------------------------------------------------------------------------------------------------------10--------------------------------8--------------12-------
menor (Dó, mi bemol, sol):----------------------------------------------5--------------------------------------------6------------------------------------------------8-----------------------ou:-------------------------------------------------------------------------------------------6---------------10-------------------------------8-----------------------ou ainda:-----------------------------------------------------------------------------------------------------------10-------------------------------8-----------11---------- 06/02/05 Mário Farufyno aumentado (Dó, mi, sol sustenido):------------------------------------------------------------------------------------------------7--------------11---------------------------8-----------------------ou:----------------------------------------------------6-------------------------------------------7-------------------------------------------8-----------------------ou ainda:---------------------------------------------------------------------------------------------------------------11---------------------------8---------------12------
e, por fim, diminuto (Dó, mi bemol, sol bemol):-------------------------------------------------------------------------------------------6-----------9------------------------------------8-----------------------ou:-------------------------------------------4-----------------------------------------------6------------------------------------------------8-----------------------ou ainda:-------------------------------------------------------------------------------------------------------9------------------------------------8-----------11----------
Essas são as notas e desenhos básicos dos acordes. É a partir delas que vc estruturará suas linhas, somando a elas ainda os acidentes e as notas de escala (e quem sabe até cromáticas) para embelezar o desenho que vc fizer. 02/05/06 Mário Farufyno obs.:
Esses diagramas não são extamente Tablaturas e não se pretendem mostrar uma linha melódica com cada nota devendo ser tocada uma após a outra, da esquerda pra direita.
Esses Diagramas apenas mostram a posição das Notas dos Acordes no Braço... 05/05/06 Ulysses vejam!http://www.youtube.com/watch?v=H8Q_J2fIKPI 05/05/06 Diogo sobre arpejos...então eu posso tocar as mesmas notas de cada acorde, mais em ordem diferente?seka qual for o acorde...? 05/05/06 Mário Farufyno Sim.
Os Arpejos são apenas uma forma de memorizar quais notas compõe um Acorde, embora tb possa ser usado como forma de treinar os dedos a fazer certos movimentos.
Em termos de estudo, o interessante é que vc estude cada Inversão dos Arpejos, começando na Tônica (e depois, 3ª, 5ª, 7ª e etc) e depois iniciando em cada Nota (3ª, 5ª, 7ª e 1ª - 5ª, 7ª, 1ª e 3ª - 7ª, 1ª, 3ª e 5ª).
E tocando, vc pode organizar da forma como lhe parecer mais conveniente e musical, adicionando inclusive outras notas da Escala de forma a que a linha soe mais melódica e "horizontal" (em contraste à simples execução do Arpejo, que soa meio pobre). Com isso, vc pode "amarrar" melhor os vários Acordes duma Progressão.
Lembre tb que vc pode ampliar os Arpejos da simples Tríade (acorde de 3 notas), até Acordes bem densos, com 9ª, 11ª e 13ª. E quanto maior o Acorde, mais complexas vão ficando suas inversões e, curiosamente, mais eles vão ficando parecidos com outros Acordes.
Por exemplo, até um Acorde de CMaj7 em sua segunda inversão (o Arpejo começando na 3ª) é identico a um Acorde de Em(b6). É aquí que o estudo de Inversões se revela útil, eles mostram como cada Acorde pode se relacionar com outros dentro e fora da Tonalidade. Assim, começa a ficar mais claro o papel de cada Acorde e porque eles podem ser substituidos por outros sem prejuizo da Harmonia.
Tem um "desafio" no Tópico EXERCÍCIOS[http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=87243&tid=2460028667246326830] do Ulysses que é a digitação de Acordes densos assim.
Info do link
20/04/06 Mário Farufyno Só para sacanear...Mas é bom de fazer e aumenta o domínio sobre o Braço (recomendo ainda cantar o nome de cada nota e tentar não ficar olhando para o Braço):
G Maior (bem "maior" que o normal)
--------------------------------------------------9--11--12----------------------------------7--9--10--12--------------------------------5--7--9--10------------------------------------3--5--7--8--------------------------------------------------
E, pra voltar:
--12--11--9--7-----------------------------------------------------------------10--9--7--5-----------------------------------------------------------------9--7--5------------------------------------------------------------------8--7--5--3--
Tem que ter Abertura, pois é um Dedo por casa, Ok? É um Padrão de Digitação de 4 notas por Corda... Vc passa a pensar de forma mais "Diagonal" e "Horizontal" do que daquela forma "Vertical" mais tradicional.
Mário Farufyno Arpejos InsanosNormalmente ensinam Arpejos de 3 e 4 Notas (as Tétrades, Acordes de 7ª). Mas dá para ir expandindo, com 9ªs, 11ªs e 13ªs...
De novo em G Maior, só que agora de Grau em Grau (GMaj, Am, Bm, etc...)
-------------------5--9--5-------------- GMaj7 9 11 13------------4--7------------7--4-----------------5-------------------------5-------3--7-------------------------------7--
Segue direto, sem parar, para o Acorde seguinte:
-------------------7--11--7-------------- Am7 9 11 13------------5--9--------------9--5----------------7---------------------------7------5--8---------------------------------8--
E vai...
---------------------9--12--9----------------- Bm7 -9 11 -13-------------7--10-------------10--7-------------------9------------------------------9-------7--10-----------------------------------10--
----------------------11--14--11-------------------- CMaj7 9 +11 13--------------9--12----------------12--9----------------------10--------------------------------10---------8--12-----------------------------------------12--
----------------------12-16-12------------------- D7 9 11 13--------------10-14-------------14-10---------------------12------------------------------12--------10-14--------------------------------------14--
----------------------14-17-14------------------- Em7 9 11 -13--------------12-16-------------16-12---------------------14------------------------------14--------12-15--------------------------------------15--
----------------------16-19-16------------------- F#m7b5 -9 11 -13--------------14-17-------------17-14---------------------15------------------------------15--------14-17--------------------------------------17--
E fim, faz o Arpejão do GMaj7 9 11 13 nessa nova Oitava e vem voltando.
Ufa!

oficina G3

BrasilAutores: Junho Afram, Duca Tambasco e PG
E ...
Terra tão linda tão cheia de vida
com suas florestas riquezas tão finas
é a nossa terra pra gente viver
pra gente lutar pra gente vencer
Am F
terra tão bela mas cheia de dores
G B
da desigualdade e a falta de amor
(D F G F)
Brasil, se volte pra Deus
Brasil, abra os olhos para Deus
E ...
terra de homens sem coração
que traz a miséria e a corrupção
homens que ferem a terra da gente
de um povo calado e indiferente
Am F
lembra de Deus quando o tempo é mau
G B
depois se esquece e acha tudo normal


(baixo)


INTRODG---------------------------7---8-------------------D------------7---8----------------------------------A--------------------7---8--------------------------E-----7---8-----------------------------------------

Marcus Miller - Power (live)

http://www.youtube.com/watch?v=sIqfDHP0D5s

Marcus Miller bass solo

http://www.youtube.com/watch?v=BZJdjixEtxQ

Slap Bass Lesson 1

http://www.youtube.com/watch?v=D8MnC1itj4w

Slap Bass Lesson - Alexis Sklarevski

http://www.youtube.com/watch?v=nCoHgfCVbYhttp://www.youtube.com/watch?v=nCoHgfCVbYEE

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Historia do contrabaixo

História do Contrabaixo
O contrabaixo tem suas origens remotas na Baixa Idade Média, período compreendido entre o Cisma Greco-Oriental (1054) e a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos (1453). Descendente de uma família chamada de "violas", que se dividia em dois grupos, violas de braço e violas de pernas, o contrabaixo é hoje o herdeiro maior e de som mais grave deste segundo grupo. Por volta de 1200, o nome gige era usado para destinar tanto a Rabeca, instrumento de origem árabe com formato parecido com o alaúde como a guitar-fiddle (uma espécie de violão com o formato semelhante a um violino). No Sacro Império Romano Germânico, quase todos os instrumentos eram chamados pelo nome de gige, havendo a gige pequena e a grande. A música executada neste período era bastante simples, as composições situavam-se dentro de um registro bastante limitado e no que tange à harmonia, as partes restringiam-se a duas ou três vezes. Era muito comum instrumentos e vozes dobrarem as partes em uníssono. Com o passar dos anos, o número de partes foi expandido para quatro. Aproximadamente na metade do séc. XV, começou-se a usar o registro do baixo, que até então era desconsiderado. Com esta nova tendência para os graves, os músicos precisavam de instrumentos especiais capazes de reproduzir ou fazer soar as partes graves. A solução encontrada pelos construtores de instrumentos, os luthiers, foi simplesmente reconstruir os instrumentos existentes, mas em escala maior. Ocorre, então, uma evolução técnica e artística de um instrumento em conjunto com a história da música. Assim, a evolução no número de partes da harmonia trouxe a necessidade de se criar outros instrumentos que desempenhassem satisfatoriamente aquela nova função. De qualquer modo, seu ancestral mais próximo foi o chamado violine, que no início do séc. XVII tornou-se o nome comumente designado à viola contrabaixo, mas apenas na metade do séc. XVII o nome do contrabaixo separou-se do violine. E começou a ter vida própria. Entretanto, até a metade do séc. XVIII o instrumento não era utilizado em larga escala, tanto que em 1730 a orquestra de J. S. Bach não contava com nenhum contrabaixo. Ainda faltava um longo caminho para a popularização. Com o desenvolvimento da música popular no final do séc. XIX, principalmente no que diz respeito ao jazz, inicia-se assim a introdução do contrabaixo com uma inovação: ele não era tocado com arco, apenas com os dedos a fim de que tivesse uma marcação mais acentuada. O jazz se populariza e durante toda a primeira metade do séc. XX, o baixo só pode ser imaginado como uma imenso instrumento oco de madeira usado para bases de intermináveis solos de sax, se bem que era usado também no princípio do blues e do mambo (na época antes da 2º Guerra Mundial). Assim foi até que em 1951, um norte-americano chamado Leo Fender cria um baixo tão elétrico quanto a guitarra elétrica que também criou. O primeiro modelo foi denominado Fender Precision, e o nome não era casualidade: frente aos tradicionais contrabaixos, com o braço totalmente liso, o novo instrumento incorporava trastes, assim como suas guitarras. Parece uma bobagem, mas o detalhe dos trastes faz com que a afinação do baixo seja muito mais precisa, eis aí a origem do nome. Mas a revolução fundamental que representa o baixo elétrico frente ao contrabaixo é a amplificação do som. Se a solução antigamente havia sido aumentar a caixa de ressonância, transformando o violino em um instrumento imenso e com cordas muito mais grossas, desta vez a solução foi inserir uma pastilha eletromagnética no corpo do instrumento para que o som fosse captado. Além do mais, a redução do tamanho do instrumento permitiu aos baixistas transporta-lo com mais comodidade, e poder viajar no mesmo ônibus dos outros músicos portando seu próprio instrumento. Mas nem tudo seria apenas vantagem, sobretudo para aqueles que tocavam baixo, mas não eram realmente "baixistas". Até então, o contrabaixo era o instrumento que todos acreditavam serem capazes de tocar, principalmente porque não se ouvia, de modo que muitos mais representavam em palco do que realmente tocar o baixo. A amplificação trouxe à tona quais eram os verdadeiros baixistas. Deve-se dizer que antes de 1951, na década de 1930, houve arriscadas e valentes tentativas de se fazer o mesmo, principalmente por parte de Rickenbacker. Mas se mencionei o Precision de 1951 como o primeiro baixo elétrico é porque é o primeiro que se pode considerar como tal, já que o anterior entraria na categoria de protótipos. Como é lógico, depois vieram outros modelos (como o Jazz Bass, também de Fender), as imitações, etc. Mas o significativo é que você pode comprar hoje em dia um Precision com quase as mesmas características que aquele, pois a maioria dos baixos atuais se baseiam em seu desenho. Os músicos de jazz e blues, a princípio, acharam a idéia interessante mas mantiveram-se em seu tradicionalismo. Somente muitos anos depois o baixo elétrico seria tão popular no jazz e no blues quanto o acústico. No caso do blues, ele surgiu assim que Muddy Waters introduziu a guitarra neste ritmo, ainda que seu baixista, o mitológico Willie Dixon usasse um acústico. No caso do jazz, o baixo elétrico só veio à tona com Miles Davis. Nos anos 60, o papel do baixista segue sendo, basicamente, o mesmo que nos anos 50: um suporte harmônico de fundo. A partir de 1967, o baixo elétrico começa a aparecer, fundamentalmente no rock'n roll. O melhor exemplo talvez seja o disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. Aqui já podemos começar a falar de linhas de baixo de temas pop, tal como os conhecemos atualmente. É prova disto o Festival de Woodstock em 1969. Os anos 70 apresentam a maturidade do baixo. Os produtores começam a prestar mais atenção no potencial do instrumento e o contrabaixo assume uma importância maior, como no surgimento da disco music. É fundamental também o surgimento do rock progressivo, o jazz fusion, o latin rock, o heavy metal, o punk, o reggae, o funk e a soul music. O baixo acústico se limita apenas aos setores mais tradicionais, como jazz, blues e ritmos tipicamente latinos, assim mesmo já rivalizando com o elétrico. E é claro, a popularização do fretless, o baixo elétrico sem trastes. O desenvolvimento da década de 80 apresenta a maturidade de alguns estilos musicais e o desaparecimento de outros. Percebe-se neste período que o baixo já não é imprescindível, e que pode facilmente ser trocado por um sintetizador. A massificação da dance music (pária da disco music) deixa de lado o contrabaixo, ainda que sua linha ainda esteja presente, mesmo que sintetizada. Mas isto não acontecia apenas com o baixo, mas também com a guitarra e a bateria, já que o sintetizador era o instrumento fetiche do início da década. Para felicidade nossa, esta tendência de trocar todos os instrumentos por um só foi passageira. E os grupos voltaram, sejam eles de rock ou jazz, tanto o baixo elétrico quanto o acústico estavam novamente no palco. Nem todos estavam concordando com a massificação dos sintetizadores, principalmente produtores mais atentos e a revista Bass Player. O jazz começava a abrir um campo especificamente voltado para o contrabaixo elétrico, de modo que este seria o instrumento solista para alguns produtores, resgatando uma tradição há anos esquecida no funk dos anos 70. Na última década do século, nos anos 90, as inovações se dão apenas na quantidade de cordas do instrumento, diferenças de timbres e diversificação de utilização do instrumento, como bandas punk usando baixo acústico, acredite se quiser... Discos começaram a ser gravados exclusivamente com solistas baixistas ou até exclusivamente formado por baixistas, pois havia um público cativo e fiel! Diversos modelos de baixos começam a ser produzidos, alguns com timbres fantásticos como Factor e outros que simulam o timbre do baixo acústico, os chamados upright electric basses além dos bug basses, mini basses, piccolo basses, baby basses... A cara do baixo atual é tão diversificada e multi-interpretativa quanto um quadro cubista. Embora muitos não acreditem que a música que hoje é tocada na MTV se baseie no estudo, técnica e feeling, raramente vemos coisas grosseiras dentro do acid jazz, por exemplo. Todavia, este final de século ainda nos presenteou com o drum 'n bass, o tecno e as múltiplas variações do heavy metal. Resta saber se estas criações ainda comportaram a criatividade dentro do contrabaixo (ou até mesmo sua existência), ou se o instrumento estará voltado apenas para os campos mais tradicionais da música.